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quarta-feira, 27 de março de 2019

Movimentos da Terra

A Terra faz movimentos constantes no espaço. Esses movimentos são chamados de rotação e translação.


Rotação
Rotação é o movimento onde a Terra gira em torno de seu próprio eixo. Esse movimento acontece no sentido anti-horário e dura exatamente 23 horas 56 minutos 4 segundos e 9 centésimos para ser concluído, sendo o responsável por termos o dia e a noite.
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Quando um lado do planeta está para o lado do sol, é dia, e, consequentemente, do lado oposto é noite. Sem o movimento da Rotação não haveria vida na Terra, já que este movimento desempenha um papel fundamental no equilíbrio de temperatura e composição química da atmosfera.
O movimento de rotação da Terra ocorre de oeste para leste, ou seja, a porção Leste vê o nascer do sol primeiro que o Oeste. Como exemplo podemos citar o Brasil e o Japão, onde a diferença de fusos horários é exatamente 12 horas. Deste modo, quando no Japão são 6h da manhã, no Brasil são 6h da tarde.


Translação
O movimento de translação é aquele que o planeta Terra realiza ao redor do Sol junto com os outros planetas. O tempo necessário para completar uma volta ao redor do Sol é de 365 dias, 5 horas e cerca de 48 minutos e ocorre numa velocidade média de 107.000 km por hora.
O tempo que a planeta leva para dar uma volta completa ao redor do Sol é chamado "ano". O ano civil, aceito por convenção, tem 365 dias. Como o ano sideral, ou o tempo concreto do movimento de translação, é de 365 dias e 6 horas, a cada quatro anos temos um ano de 366 dias, dia este que é acrescido ao nosso calendário no mês de fevereiro e que recebe o nome de ano bissexto.
O movimento de translação é o responsável pelas quatro estações do ano: verão, outono, inverno e primavera, que ocorrem em razão das diferentes localizações da Terra no espaço.
Solstícios e equinócios

Fonte:



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Supernova

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Uma estrela nasce sempre em uma nuvem de poeira e gás grande e fria que se encontra, geralmente entre outras estrelas de uma galáxia. Para que se inicie a formação de uma estrela é necessário que haja algum tipo de perturbação na nuvem como, por exemplo, a explosão de uma supernova como veremos mais a frente. Ocorrida a perturbação começam a se formar grumos (aglomerados de poeira e gás) no meio da nuvem, então esses grumos por causa da quantidade de massa e da temperatura sempre crescente começam a entrar em colapso e a arrastar cada vez mais matéria para dentro de si até formar um núcleo (isso leva cerca de milhões de anos, pouco tempo para uma estrela), chamado de protoestrela. Mesmo assim, a protoestrela continua se aquecendo e arrastando matéria por meio de gravidade até o seu núcleo até se estabilizar, e se esse núcleo tiver massa o suficiente ele forma uma estrela.
Toda estrela é composta basicamente por hélio e hidrogênio e ela vai consumindo esse combustível ao longo de sua vida até que ele se esgote, ou seja, até que todo o hidrogênio tenha sido consumido. Quando isso ocorre a estrela morre, mas nem sempre ela se transforma em uma supernova. Isso vai depender de seu tamanho.
Para que ao acabar o hidrogênio a estrela se transforme em uma supernova, ela deve ter uma massa bem maior que o sol, por exemplo. Quando isso ocorre, ela começa a transformar o hélio em carbono através da fusão. É o mesmo que ocorre com outras estrelas menores, só que em uma estrela tão grande a massa é suficiente para fundir o carbono em elementos mais pesados como o enxofre e o ferro. Assim que o núcleo é fundido em ferro ele entra em colapso por causa de sua própria gravidade e começa a cair sobre si mesmo, a parte externa da ex-estrela é expulsa violentamente para o espaço e gera uma onda de choque que pode desencadear o nascimento de outras estrelas em outras galáxias. O núcleo se torna tão compacto e denso em questões de minutos, que uma pequena porção dele pesaria toneladas. Então em seu núcleo os prótons e os elétrons se fundem e formam nêutrons, nessa fase ela já é chamada de estrela de nêutrons. Se a estrela que morreu for aproximadamente trinta vezes maior que o sol então, ao invés de uma estrela de nêutrons ela formará um buraco negro.

Arquivado em: Estrelas

Fonte: https://www.infoescola.com/estrelas/supernova/

Teoria do Big Bang


A busca pela compreensão sobre como foi desencadeado o processo que originou o universo atual, proporcionou – e ainda proporciona – vários debates, pesquisas e teorias que possam explicar tal fenômeno. É um tema que desperta grande curiosidade dos humanos desde os tempos mais remotos e gera grandes polêmicas, envolvendo conceitos religiosos, filosóficos e científicos.

Até o momento, a explicação mais aceita sobre a origem do universo entre a comunidade cientifica é baseada na teoria da Grande Explosão, em inglês, Big Bang. Ela apoia-se, em parte, na teoria da relatividade do físico Albert Einstein (1879-1955) e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble (1889-1953) e Milton Humason (1891-1972), os quais demonstraram que o universo não é estático e se encontra em constante expansão, ou seja, as galáxias estão se afastando umas das outras. Portanto, no passado elas deveriam estar mais próximas que hoje, e, até mesmo, formando um único ponto.

A teoria do Big Bang foi anunciada em 1948 pelo cientista russo naturalizado estadunidense, George Gamow (1904-1968) e o padre e astrônomo belga Georges Lemaître (1894-1966). Segundo eles, o universo teria surgido após uma grande explosão cósmica, entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. O termo explosão refere-se a uma grande liberação de energia, criando o espaço-tempo.

Até então, havia uma mistura de partículas subatômicas (qharks, elétrons, neutrinos e suas partículas) que se moviam em todos os sentidos com velocidades próximas à da luz. As primeiras partículas pesadas, prótons e nêutrons, associaram-se para formarem os núcleos de átomos leves, como hidrogênio, hélio e lítio, que estão entre os principais elementos químicos do universo.
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Ao expandir-se, o universo também se resfriou, passando da cor violeta à amarela, depois laranja e vermelha. Cerca de 1 milhão de anos após o instante inicial, a matéria e a radiação luminosa se separaram e o Universo tornou-se transparente: com a união dos elétrons aos núcleos atômicos, a luz pode caminhar livremente. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang, os elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias.

Essa é a explicação sistemática da origem do universo, conforme a teoria do Big Bang. Aceita pela maioria dos cientistas, entretanto, muito contestada por alguns pesquisadores. Portanto, a origem do universo é um tema que gera muitas opiniões divergentes, sendo necessária uma análise crítica de cada vertente que possa explicar esse acontecimento.

(Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/big-bang.htm)
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Sistema Solar

O Sistema Solar é formado por oito planetas, dezenas de satélites naturais, milhares de asteroides, meteoros, meteoroides e cometas que giram em torno do sol.

Planetas do Sistema Solar

Sistema Solar

Representação do Sistema Solar


Os planetas são astros sem luz nem calor próprios. No nosso sistema solar são conhecidos oito planetas que de acordo com a proximidade do sol são:

Mercúrio: É o menor planeta do sistema solar. É também o mais próximo do Sol e o mais rápido. Formado basicamente por ferro, pode ser visto da Terra a olho nu.
Vênus: É o segundo planeta mais próximo do Sol. Além do Sol e da Lua é o corpo celeste mais brilhante no céu.
Terra: Apresenta água em estado líquido e oxigênio em sua atmosfera o que torna possível a vida no planeta.
Marte: É o segundo menor planeta do sistema solar. É conhecido como planeta vermelho pela coloração de sua superfície.
Júpiter: Maior planeta do sistema solar. Formado principalmente pelos gases hidrogênio, hélio e metano e, ainda, um pequeno núcleo sólido no interior.
Saturno: É o segundo maior planeta do sistema solar. É conhecido pelos anéis formados principalmente por gelo e poeira cósmica.
Urano: É um planeta gasoso e sua atmosfera é constituída, principalmente, de hidrogênio, hélio e metano.
Netuno: Planeta mais distante do Sol. Um gigante gasoso, tal como Júpiter, Saturno e Urano.

Distância entre o Sol e os Planetas - Infográfico
Acompanhe no infográfico abaixo as distâncias dos planetas ao Sol e as principais características do Sol:
Infográfico sobre as distâncias dos planetas ao Sol

Infográfico sobre as distâncias dos planetas ao Sol

Planetas Anões
A identidade de Plutão tem sido questionada durante anos pelos cientistas. Trata-se do planeta anão mais frio e distante do Sol.

Assim, ele recebeu, em 2006, da União Astronômica Internacional (UAI) uma nova classificação: "Planeta Anão".

De acordo com as novas regras, o planeta deve obedecer três critérios:


  • deve orbitar o sol;
  • deve ser grande o suficiente para a gravidade moldá-lo na forma de uma esfera;
  • sua vizinhança orbital deve estar livre de outros objetos.

Éris é o novo corpo celeste, descoberto em 2003, por uma equipe de pesquisadores americanos, sob a chefia de Mike Brown.
Anteriormente, era denominado pelo registro astronômico 2003 UB313, o que seria o "décimo planeta" e está 14 bilhões de quilômetros da terra.
Em 2006 foi definitivamente classificado como Planeta Anão. O nome Éris é referente a deusa grega da discórdia.
Planetas anões
Planetas anões - Plutão, Éris, Makemake, Haumea e Sedna - Planetas anões e suas luas.

Componentes do Sistema Solar
De partida, importante notar que as distâncias entre os astros são gigantescas. No espaço astronômico é utilizado o ano luz como unidade de medida.

O ano-luz é a distância que a luz percorre em um ano no vácuo. Sabe-se que a velocidade da luz é de 300.000 quilômetros por segundo (Km/s).

Em um ano a luz percorre a distância de 9.460.800.000.000 quilômetros (nove trilhões, quatrocentos e sessenta bilhões e oitocentos milhões de quilômetros).

Satélites
Terra vista da Lua
Terra vista da Lua


Diversos satélites orbitam em torno dos planetas. De acordo com a cosmologia, a Lua, o satélite natural da Terra, deve ter se formado ao mesmo tempo que a Terra e os outros astros do Sistema Solar.
A principal hipótese é de que a Lua tenha sua origem numa colisão entre a Terra e um outro astro do Sistema Solar.
Os fragmentos resultantes dessa colisão formaram a Lua, a qual foi atraída pela gravidade da Terra e gira ao ser redor.
A Lua é o astro mais próximo da Terra. A distância exata entre os dois astros é calculada em quilômetros e não em ano-luz.

Asteroides
Ao redor do sol ou dos planetas giram também vários asteroides, que são blocos rochosos ou metálicos. Muitos asteroides estão na órbita de Marte e de Júpiter, numa região chamada de cinturão de asteroides.
Localização do cinturão de asteroides
Localização do cinturão de asteroides


Meteoros e Meteoritos
Em algumas noites, podemos ver luzes riscando o céu. Temos a impressão que são estrelas caindo. Na realidade, são os meteoros.

Popularmente chamados de "estrelas cadentes" são caracterizados por pequenos grãos de poeira que, ao se chocarem com a atmosfera da Terra, se incendeiam e se desintegram.

Fragmentos maiores, os meteoroides, são corpos sólidos que se deslocam no espaço interplanetário. Quando atingem a atmosfera da Terra ou a superfície terrestre, recebem o nome de meteorito.
Meteorito
Meteorito

Cometas
Outros astros que se aproximam da Terra são os cometas. Eles são corpos temporários que descrevem órbitas alongadas, compostos de matéria volátil (que evapora facilmente, como líquidos e gases) em forma de gelo, grãos de rocha e metal.

Corpos sólidos, se evaporam quando se aproximam do Sol, liberando vapor, gás e poeira. Seu núcleo sólido é envolvido por uma "cauda", que brilha ao refletir a luz do sol.

Cada vez que o cometa passa perto do sol, perdem parte de sua matéria ou acabam colidindo com ele ou com planetas grandes. O mais conhecido é o Cometa Halley.
Cometa Halley
Cometa Halley


Origem
Algumas hipóteses tentam explicar a origem do Sistema Solar sendo uma delas a hipótese nebular.

Segundo ela, no início as estrelas teriam sido nebulosas. Ou seja, grandes nuvens de poeira e gás que se compactaram girando cada vez mais rápido devido a sua força gravitacional.

Sua porção central teria formado uma estrela, e a matéria exterior teria se contraído, dando origem aos planetas.

O sol e todo o sistema solar faz parte de uma galáxia, que se chama Via Láctea.

Você sabia?
O maior planeta do sistema solar é Júpiter, sendo que ele é 1.300 vezes maior que a Terra. Já o menor, é Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol. Ali, a temperatura pode chegar até 400°C.


Fonte: https://www.todamateria.com.br/sistema-solar/

Telescópio Hubble



Telescópio Espacial Hubble é o mais importante de todos os telescópios que já foram construídos no mundo. Isso porque ele fica no espaço, livre das interferências da atmosfera terrestre, o que permite que ele consiga imagens precisas de lugares distantes do universo.O Telescópio Hubble foi lançado em 1990 e equipado com lentes que podem detectar tanto a luz visível quanto a luz infravermelha. Ele é do tipo Refletor Ritchey-Chretien, ou seja, seu principal elemento óptico é um espelho.Projetado e construído nas décadas de 70 e 80, o Telescópio Hubble leva o nome do astrônomo americano Edwin Powell Hubble que foi o primeiro a conseguir provar que as até então chamadas nebulosas eram na verdade (em sua maioria), galáxias independentes, assim como a nossa Via Láctea. Foi ele, também, o primeiro a notar que as galáxias estão se afastando, dando subsídios para a teoria do Big-Bang.No início de sua jornada, orbitando o planeta terra a uma altura de cerca de 600 km da superfície, o Hubble apresentou um defeito em seu espelho principal que estava com uma deformação equivalente a 1/50 de um fio de cabelo, o suficiente para prejudicar as imagens. Para consertá-lo foi elaborada então uma missão especial, que ocorreu em 1993, exclusivamente para instalar lentes corretivas no Hubble.O Hubble não é o maior telescópio do mundo (os telescópios de Mauna Kea no Havaí, que são os maiores, têm 10 metros de diâmetro cada), mas mesmo assim, é o que consegue as melhores imagens e informações das galáxias e outros corpos celestes, principalmente os que estão distantes, além de nosso sistema solar.





Fonte:http://www.infoescola.com/telescopios/telescopio-hubble/



Qual é a diferença entre Inglaterra, Grã-Bretanha e Reino Unido?

A Grã-Bretanha é uma ilha da Europa que abriga a Inglaterra, a Escócia e o País de Gales. O Reino Unido é um agrupamento político que congrega os países da Grã-Bretanha mais a Irlanda do Norte. As relações entre Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte com o Reino Unido são semelhantes às que definem os governos federalistas: há um poder soberano central e autonomia relativa nas unidades constituintes. Já a Escócia tem um autogoverno limitado, submetido ao Parlamento britânico.

Ilustração: Cássio Bittencourt



Disponível em: http://novaescola.org.br/geografia/fundamentos/geografia-diferenca-inglaterra-gra-bretanha-reino-unido-450810.shtml

O que cai no Enem?

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